Biomagnetismo Médico
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A ação do Par Biomagnético no Corpo
As células do corpo contêm matéria constituída por eletrões (carga negativa), protões (carga positiva) e neutrões (eletricamente neutros) pelo que várias estruturas celulares atuam como componentes elétricos. Os sistemas biológicos possuem a capacidade de criar e utilizar oscilações coerentes e responder a oscilações externas.
A técnica de Par Biomagnético rastreia pontos específicos do organismo onde podem ser encontradas disfunções, bloqueios ou desequilíbrios, por deteção de cargas elétricas disfuncionais – Biorressonância – que se relacionam com diversas patologias.
Devido às alterações bioelétricas e ao pH dos tecidos e órgãos, é possível neutralizar essas cargas através de campos magnéticos – Despolarização.
No vídeo que se segue pode observar-se o Dr. Goiz a testar uma paciente enquanto o Dr. Raymond Hilu analisa ao microscópio células sanguíneas, antes e após a sessão de Par Biomagnético.
Os Benefícios do Biomagnetismo
- Promove um adequado estado energético do organismo;
- Melhora a resposta imunitária;
- Elimina microrganismos patogénicos (bactérias, vírus, fungos e parasitas) por alterar as condições de acidez e alcalinidade necessárias à sobrevivência destes;
- Reduz os efeitos nefastos do stress: tensão muscular, inflamação intestinal, alterações do sono, ansiedade, desconcentração, palpitações e dificuldade respiratória;
- Acelera o processo de desintoxicação;
- Melhora a tonicidade dos vasos e do fluxo sanguíneo ao repolarizar a musculatura, aumentando a reabsorção de líquidos e a circulação do fluxo sanguíneo;
- Melhora a oxigenação celular;
- Promove o bom funcionamento de órgãos e tecidos e o rejuvenescimento celular;
- Facilita a ativação metabólica;
- Acelera a reparação de tecidos: fraturas, neuropatias, inflamação crónica, fibrose, cicatrização;
- Diminui os processos sintomáticos de: dor, inflamação, tumefação, ardor, cansaço e mau estar geral;
- Reduz os efeitos secundários de medicamentos, riscos cirúrgicos e tratamentos convencionais: anafilaxia, sobredosagem, resistência antimicrobiana, hemorragia, infeção, inflamação sistémica, tempos de hospitalização, convalescença e reabilitação.
Esta técnica ajudar a prevenir patologias, complementa o tratamento de base, melhora os tempos de convalescença e proporciona a reabilitação das funções naturais do organismo.
Não interfere com indicações ou tratamentos médicos em curso, não produz efeitos adversos nem efeitos secundários.
O valor preventivo do Biomagnético
- Ajuda a prevenir o aparecimento de sintomas, enquanto a medicina alopática não reconhece a doença até surgirem os primeiros sinais detetáveis pelo médico;
- Pacientes que realizem rastreios biomagnéticos periódicos, não desenvolvem as condições percursoras e favoráveis ao aparecimento de doenças durante grandes intervalos de tempo;
- Os microrganismos patogénicos não têm oportunidade de se expressar nem criar associações que beneficiem o seu desenvolvimento e proliferação, pelo que a sintomatologia não chegará a produzir-se ou, caso se produza, será de uma forma menos agressiva e menos debilitante.
Quando deve ser aplicado
- durante os períodos de doença: diminui a resistência microbiana e reduzir os processos de inflamação, dor, edema, ardor, etc. não interferindo com medicação ou procedimentos indicados pelo médico.
- ao longo de tratamentos médicos: combate os efeitos negativos dos tratamentos convencionais (incluindo quimioterapia), tais como intoxicação farmacológica por sobredosagem ou anafilaxia.
- em fase de convalescença e reabilitação: melhorias ao nível da imobilidade, neuropatia, etc.
- no período pós-cirúrgico: é um bom co-adjuvante porque, sob a ação das cargas magnéticas impactadas pelo ímanes, os agentes infeciosos ficam impedidos de desenvolver o seu biofilme (muco alcalino, magnetossensível, que as colónias bacterianas produzem para sobreviver) o que se traduz por uma acentuada diminuição dos riscos de infeção.
Resultados comprovados de Melhoria
- Doenças infecciosas: dermatite, micose, gastrointestinais, etc.
- Doenças crónicas degenerativas e doenças metabólicas: degeneração ocular, hipertensão, diabetes, disfunções da tiróide, obesidade, etc.
- Doenças autoimunes: doença celíaca, lúpus eritematoso, psoríase, artrite reumatóide, etc.
- Doenças tumorais: quistos, tumores, abcessos, etc.
- Distúrbios funcionais / neurológicos: síndrome do intestino irritável, disfunção eréctil, etc.
- Doenças genéticas: hemofilia, síndrome de Down, etc.
- Efeitos resultantes de intoxicação: medicamentosa, ambiental, etc.
- Perturbações psicoemocionais: défice de atenção, stress, ansiedade, etc.