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Biomagnetismo Médico
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Porque funciona a técnica de Par Biomagnético?

O Par Biomagnético repõe o funcionamento bioquímico do corpo, o seu pH, reorganiza estruturas anatómicas, promovendo e estimulando as funções normais dos órgãos, a circulação sanguínea, entre outros.

Ao identificar disfunções biomagnéticas e bioelétricas, é possível atuar sobre as causas da doença a nível físico, emocional ou mental.

O corpo procura sempre a compensação para retornar ao equilíbrio.

Quando se forma uma zona de acidez, surgirá uma outra de alcalinidade para que ocorra o equilíbrio de cargas. Neutralizando esta distorção, o pH volta à normalidade, reequilibrando o ambiente intra e extra-celular.

Um corpo saudável tem um pH próximo da neutralidade (próximo de pH=7)

Escala de pH.

Na presença de uma infeção ou disfunção orgânica, o pH da zona afetada altera-se, tornando-se ácido (excesso de iões H+) ou alcalino (excesso de iões HO). Paralelamente, o pH de outra área corporal, polariza-se de forma contrária para estabelecer a neutralidade elétrica. Assim, forma-se um par biomagnético composto por dois polos de sinal contrário, que entram em ressonância vibracional magnética.

Representação ilustrativa do efeito da aplicação de ímanes em ossos e tecidos moles.

Ao colocar a polaridade positiva ou negativa dos ímanes nos focos ácidos ou alcalinos dos pares biomagnéticos desequilibrados, reequilibra-se igualmente o pH do organismo até se atingir a neutralidade e a recuperação da saúde. Através do reequilíbrio energético do corpo, impede-se o desenvolvimento de microrganismos patológicos tais como bactérias, fungos, vírus e parasitas, que estão na origem da maioria das doenças.

O Dr. Isaac Goiz Durán designou esta condição por Nível Energético Neutral – NEN, o qual abrange uma gama de valores onde os microrganismos patógenos não podem sobreviver.

Fora deste intervalo de valores correspondentes ao NEN: Os focos de acidez são propícios ao desenvolvimento de vírus e fungos, enquanto os focos de alcalinidade são favoráveis ao crescimento de bactérias e parasitas.

Da mesma forma que um foco ácido não existe sem haver um outro alcalino, também os microrganismos se associam em simbiose para originar a patogenicidade. Esta é uma das principais inovações do Par Biomagnético.

Os microrganismos também são sensíveis aos campos magnéticos.
 
Existem bactérias que geram magnetite no seu interior, o que as torna suscetíveis à ação dos campos magnéticos perdendo a sua patogenicidade;  embora as as colónias bacterianas apresentem a capacidade de produzir um muco alcalino para a sua proteção e sobrevivência, este biofilme é magneto-sensível, o que resulta numa acentuada redução, ou até inibição, do risco infeccioso.
Já os vírus, sob o efeito da indução magnética, perdem a informação genética nuclear com a qual infetam o corpo hospedeiro.
Imagens cedidas pelo Dr. Enrique de Juan González de Castejón, presidente da Asociación Española de Biomagnetismo Médico e autor da Tese de Doutoramento: “Universidad de Alcalá, Programa de Doctorado en Medicina, EFECTOS BIOLÓGICOS DE LA TERAPIA DEL PAR BIOMAGNÉTICO Tesis Doctoral”

O crescimento bacteriano é influenciado por campos eletromagnéticos.

Campos eletromagnéticos inibem o crescimento de Serratia marcescens.

O campo magnético estático tem uma influência negativa no crescimento da E. coli e Pseudomona.